Neste Domingo somos convidados, como discípulos de Jesus, a levar a cruz e a renunciarmos a nós mesmos. “Renunciar e levar a cruz” devem significar para nós o mesmo que para Jesus: uma vida entregue por amor, um projecto de vida que vai mais além da nossa auto-suficiência.
A primeira oposição à meta de Jesus nasce dos seus discípulos que procuram evitar uma missão cujo resultado provoca neles um grande desconcerto e confusão.
O momento culminante do Evangelho é quando Jesus explica as suas opções: A vida salva-se fazendo que ela seja para os outros dom e graça.
A primeira oposição à meta de Jesus nasce dos seus discípulos que procuram evitar uma missão cujo resultado provoca neles um grande desconcerto e confusão.
O momento culminante do Evangelho é quando Jesus explica as suas opções: A vida salva-se fazendo que ela seja para os outros dom e graça.
Levar a cruz deve significar para nós que a vida temsentido quando se entrega e, por isso, não se perde, mas ganha-se; a vida terrena não é definitiva, mas aponta para a vida definitiva junto de Deus; e a verdadeira recompensa acontecerá no nosso encontro com Deus após a nossa morte. Nesse momento receberemos a recompensa pelas nossas boas acções.
Como Santo Inácio de Loiola, nos Exercícios Espirituais, também podemos rezar: «Tomai, Senhor, e recebei a minha liberdade, a minha memória, o meu entendimento, toda a minha vontade, todo o meu ter e ser. Vós mos destes, a Vós os entrego. Tudo é vosso, dai-me o vosso amor e a vossa graça e isso me basta».
Como Santo Inácio de Loiola, nos Exercícios Espirituais, também podemos rezar: «Tomai, Senhor, e recebei a minha liberdade, a minha memória, o meu entendimento, toda a minha vontade, todo o meu ter e ser. Vós mos destes, a Vós os entrego. Tudo é vosso, dai-me o vosso amor e a vossa graça e isso me basta».
Sem comentários:
Enviar um comentário