Viver na liberdade dos filhos de Deus (comentário à segunda leitura)
Quem através do Baptismo se une à morte e ressurreição de Cristo (Rm 6,3ss) é um homem livre. A fragilidade da nossa natureza («carne» na linguagem Paulina) orienta-nos para o pecado. S. Paulo exprime esta realidade com as palavras «viver/caminhar» «segundo a carne». Contudo, não se trata de uma fatalidade, pois há um novo princípio que orienta a vida daquele que pertence a Cristo: o próprio Espírito de Jesus é a garantia da ressurreição dos crentes (vv 9.11).
Onde existe o Espírito de Deus existe a liberdade (2Cor 3, 17). A nova condição do cristão, que Paulo anuncia com orgulho (Rm 8, 14), tanto é um dom de Deus como uma exigência para cada um de nós.
A verdadeira liberdade exige saber escolher em cada momento e em cada dia o que é segundo o Espírito de Deus e concretiza-se na renúncia a si mesmo, condição imprescindível para seguir Jesus (Lc 9, 23-25). O Espírito concede a luz e a força necessárias para que cada um veja e dê os passos correspondentes no caminho da liberdade, um caminho que através da mortificação conduz à vida eterna.
Onde existe o Espírito de Deus existe a liberdade (2Cor 3, 17). A nova condição do cristão, que Paulo anuncia com orgulho (Rm 8, 14), tanto é um dom de Deus como uma exigência para cada um de nós.
A verdadeira liberdade exige saber escolher em cada momento e em cada dia o que é segundo o Espírito de Deus e concretiza-se na renúncia a si mesmo, condição imprescindível para seguir Jesus (Lc 9, 23-25). O Espírito concede a luz e a força necessárias para que cada um veja e dê os passos correspondentes no caminho da liberdade, um caminho que através da mortificação conduz à vida eterna.
Sem comentários:
Enviar um comentário