É necessário voltar ao tema da oração, que é básico “no caminho”. Mais que grandes teorias, Lucas oferece-nos exemplos claros, tomados da vida:
- confiança ilimitada da viúva;
- gratuidade do dom de Deus;
- atitude de crianças.
Confiança ilimitada da viúva (Lc 18, 1-8)
O tema está relacionado com a chegada do Reino. Não sabemos quando será. Talvez seja longa a espera. Nessas circunstâncias, temos de rezar sem desânimo, seguros de que Deus fará justiça. Os ouvintes são os discípulos, como no texto imediatamente anterior; apenas a eles se pode falar de oração, porque só eles podem entender e pôr em prática.
A viúva é o protótipo de toda a pessoa sem apoio. Deus mostra-se protector de viúvas. Na aplicação da parábola é claramente Deus que faz justiça. Embora o protagonista da parábola seja o juiz, interessamo-nos mais pela atitude da viúva, que chega a alcançar o que deseja. A perseverança na oração é indício de que nos mantemos na fé que alimenta a nossa esperança. Quando Deus se mostra a nós afastado, é porque nós primeiro nos afastámos d’Ele.
Terminada a parábola, Jesus mostra-se triste. Por parte de Deus não há dúvida que haverá justiça, mas mostrar-se-ão fiéis os homens? Por isso, porque as dificuldades são reais, torna-se necessário insistir na perseverança na oração. Quando os discípulos oram, Deus faz ver a sua acção:
- “Velai, pois, orando continuamente, a fim de terdes força para escapar a tudo o que vai acontecer e aparecerdes firmes diante do Filho do Homem” (21, 36).
- “Rezai para não cairdes em tentação” (22, 40.46).
- A oração de Jesus assegura a fidelidade de Pedro (22, 31-32).
Para rezar sempre, para orar com perseverança, temos de nos educar na oração. É muito duvidosa a amizade dos que dizem ser amigos e nunca conversam entre si. Dedicamos o nosso tempo àquilo que realmente nos interessa. Se há crise de oração é porque há crise de verdadeiros discípulos e amigos.
- confiança ilimitada da viúva;
- gratuidade do dom de Deus;
- atitude de crianças.
Confiança ilimitada da viúva (Lc 18, 1-8)
O tema está relacionado com a chegada do Reino. Não sabemos quando será. Talvez seja longa a espera. Nessas circunstâncias, temos de rezar sem desânimo, seguros de que Deus fará justiça. Os ouvintes são os discípulos, como no texto imediatamente anterior; apenas a eles se pode falar de oração, porque só eles podem entender e pôr em prática.
A viúva é o protótipo de toda a pessoa sem apoio. Deus mostra-se protector de viúvas. Na aplicação da parábola é claramente Deus que faz justiça. Embora o protagonista da parábola seja o juiz, interessamo-nos mais pela atitude da viúva, que chega a alcançar o que deseja. A perseverança na oração é indício de que nos mantemos na fé que alimenta a nossa esperança. Quando Deus se mostra a nós afastado, é porque nós primeiro nos afastámos d’Ele.
Terminada a parábola, Jesus mostra-se triste. Por parte de Deus não há dúvida que haverá justiça, mas mostrar-se-ão fiéis os homens? Por isso, porque as dificuldades são reais, torna-se necessário insistir na perseverança na oração. Quando os discípulos oram, Deus faz ver a sua acção:
- “Velai, pois, orando continuamente, a fim de terdes força para escapar a tudo o que vai acontecer e aparecerdes firmes diante do Filho do Homem” (21, 36).
- “Rezai para não cairdes em tentação” (22, 40.46).
- A oração de Jesus assegura a fidelidade de Pedro (22, 31-32).
Para rezar sempre, para orar com perseverança, temos de nos educar na oração. É muito duvidosa a amizade dos que dizem ser amigos e nunca conversam entre si. Dedicamos o nosso tempo àquilo que realmente nos interessa. Se há crise de oração é porque há crise de verdadeiros discípulos e amigos.
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