Construamos o céu como Deus quer e não o inferno
O rico goza as suas riquezas. O mendigo está deitado à sua porta. Morrem os dois. Nenhuma palavra nos leva a pensar que o rico possuía ilicitamente os seus bens. Nenhuma palavra de desprezo pelo pobre. O grande pecado do rico consiste em ignorar que à porta da sua casa há um homem que precisa dele.
A Palavra de Deus, manifestada em Moisés e nos profetas, tem força suficiente para nos levar à conversão. Se não a escutamos, de nada serve que Deus actue de modo extraordinário enviando-nos uma mensagem por meio de um morto. Esta última frase, que a parábola coloca na boca de Abraão, recorda-nos que quando Jesus ressuscitou Lázaro, os judeus não só mudaram de atitude, mas decidiram matar Jesus (Jo 11, 53).
Lucas acrescenta umas recomendações (17, 1-10) que já conhecíamos por Marcos e Mateus: evitar o escândalo, crescer na fé, vigilância constante.
Nos últimos domingos descobrimos alguns ensinamentos que nos podem ajudar a fazer uma síntese sobre o modo como utilizamos os bens materiais:
a) “Salvar-se” é percorrer com Jesus o caminho que conduz ao banquete do reino. A porta de entrada é estreita e fechar-se-á num momento concreto. Temos de nos esforçar por entrar.
b) Convidados para o banquete do reino, exige-se o desprendimento total: nem ambições, nem afã de conseguir favores.
c) Jesus veio procurar os pecadores. A todos oferece o seu perdão. Alegra-se quando o pecador se converte.
d) Razão fundamental pela qual se exige pobreza ao discípulo: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”.
O rico goza as suas riquezas. O mendigo está deitado à sua porta. Morrem os dois. Nenhuma palavra nos leva a pensar que o rico possuía ilicitamente os seus bens. Nenhuma palavra de desprezo pelo pobre. O grande pecado do rico consiste em ignorar que à porta da sua casa há um homem que precisa dele.
A Palavra de Deus, manifestada em Moisés e nos profetas, tem força suficiente para nos levar à conversão. Se não a escutamos, de nada serve que Deus actue de modo extraordinário enviando-nos uma mensagem por meio de um morto. Esta última frase, que a parábola coloca na boca de Abraão, recorda-nos que quando Jesus ressuscitou Lázaro, os judeus não só mudaram de atitude, mas decidiram matar Jesus (Jo 11, 53).
Lucas acrescenta umas recomendações (17, 1-10) que já conhecíamos por Marcos e Mateus: evitar o escândalo, crescer na fé, vigilância constante.
Nos últimos domingos descobrimos alguns ensinamentos que nos podem ajudar a fazer uma síntese sobre o modo como utilizamos os bens materiais:
a) “Salvar-se” é percorrer com Jesus o caminho que conduz ao banquete do reino. A porta de entrada é estreita e fechar-se-á num momento concreto. Temos de nos esforçar por entrar.
b) Convidados para o banquete do reino, exige-se o desprendimento total: nem ambições, nem afã de conseguir favores.
c) Jesus veio procurar os pecadores. A todos oferece o seu perdão. Alegra-se quando o pecador se converte.
d) Razão fundamental pela qual se exige pobreza ao discípulo: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”.
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