Neste Domingo XXV e no próximo iremos meditar duas parábolas cujo tema é a opção que temos de fazer, se queremos ser discípulos de Jesus, entre Deus e o dinheiro. Neste Domingo vamos meditar a primeira parábola: a do administrador injusto (16, 1-15).
Uma parábola que a muitos serviu de escândalo. Como é possível que se felicite o administrador injusto? O objecto directo de louvor é a sua “esperteza”. Com o dinheiro, que não lhe pertence mas que está nas suas mãos, soube arranjar amigos para o momento da necessidade. Imitando a sua esperteza, o discípulo de Jesus terá de usar o dinheiro de modo que lhe permita a entrada no Reino eterno. O valor do dinheiro é irrelevante em comparação com o valor do reino. Quem não se mostre fiel na administração do pequeno não merece que se lhe confie o grande tesouro.
É possível que, perdidos em raciocínios por interpretar esta parábola, nos escape o seu ensinamento primeiro: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”. O afã do dinheiro apodera-se do coração, convertendo-o num “deus” sem possibilidade já de servir ao “Deus” verdadeiro. S. Paulo irá comentar que a cobiça é uma idolatria (Ef 5, 5; Col 3, 5).
Os fariseus não tinham nenhum inconveniente em unir a sua espiritualidade ao desejo do dinheiro. Sendo amigos do dinheiro, troçam agora de Jesus como quem não entendeu o sentido da vida. Jesus manifesta abertamente que essa atitude “repugna a Deus”.
Uma parábola que a muitos serviu de escândalo. Como é possível que se felicite o administrador injusto? O objecto directo de louvor é a sua “esperteza”. Com o dinheiro, que não lhe pertence mas que está nas suas mãos, soube arranjar amigos para o momento da necessidade. Imitando a sua esperteza, o discípulo de Jesus terá de usar o dinheiro de modo que lhe permita a entrada no Reino eterno. O valor do dinheiro é irrelevante em comparação com o valor do reino. Quem não se mostre fiel na administração do pequeno não merece que se lhe confie o grande tesouro.
É possível que, perdidos em raciocínios por interpretar esta parábola, nos escape o seu ensinamento primeiro: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”. O afã do dinheiro apodera-se do coração, convertendo-o num “deus” sem possibilidade já de servir ao “Deus” verdadeiro. S. Paulo irá comentar que a cobiça é uma idolatria (Ef 5, 5; Col 3, 5).
Os fariseus não tinham nenhum inconveniente em unir a sua espiritualidade ao desejo do dinheiro. Sendo amigos do dinheiro, troçam agora de Jesus como quem não entendeu o sentido da vida. Jesus manifesta abertamente que essa atitude “repugna a Deus”.
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