Convidados para o banquete do Reino
Convidado para um banquete, Jesus aproveita a ocasião para oferecer duas séries de conselhos:
- não ambicionar os primeiros lugares (14, 8-11);
- convidar aqueles que não têm meios para corresponder com outro favor (14, 12-14).
Esta refeição é símbolo do banquete do reino como bem o expressa um dos comensais: “Feliz o que comer no banquete do Reino de Deus” (14, 15). O desprendimento total, no qual tanto insiste Lucas, exige também o desprendimento de ambições, do afã de ocupar os primeiros lugares, de converter os favores em fonte de benefícios. O Reino chama-nos ao amor e exclui o negócio: fazer bem sem esperar recompensa.
Não é decisão nossa a construção do reino de Deus, mas resposta à iniciativa de Deus que nos convoca. A preocupação pelos bens materiais congela-nos a vontade. Mas os planos de Deus têm de se cumprir. O Reino, desprezado pelos primeiros convidados, oferece-se generosamente a outros, principalmente aos pobres, aos cegos, coxos; isto é, a todos os que pela sua pobreza ou pelas suas taras físicas se viam excluídos do festim. Estes, porque nada têm, sentem-se mais livres para aceitar o convite.
Terminado o banquete, de novo no caminho e acompanhado por uma grande multidão, continua a sua catequese sobre a necessidade do desprendimento absoluto para entrar no Reino (14, 25-35).
Convidado para um banquete, Jesus aproveita a ocasião para oferecer duas séries de conselhos:
- não ambicionar os primeiros lugares (14, 8-11);
- convidar aqueles que não têm meios para corresponder com outro favor (14, 12-14).
Esta refeição é símbolo do banquete do reino como bem o expressa um dos comensais: “Feliz o que comer no banquete do Reino de Deus” (14, 15). O desprendimento total, no qual tanto insiste Lucas, exige também o desprendimento de ambições, do afã de ocupar os primeiros lugares, de converter os favores em fonte de benefícios. O Reino chama-nos ao amor e exclui o negócio: fazer bem sem esperar recompensa.
Não é decisão nossa a construção do reino de Deus, mas resposta à iniciativa de Deus que nos convoca. A preocupação pelos bens materiais congela-nos a vontade. Mas os planos de Deus têm de se cumprir. O Reino, desprezado pelos primeiros convidados, oferece-se generosamente a outros, principalmente aos pobres, aos cegos, coxos; isto é, a todos os que pela sua pobreza ou pelas suas taras físicas se viam excluídos do festim. Estes, porque nada têm, sentem-se mais livres para aceitar o convite.
Terminado o banquete, de novo no caminho e acompanhado por uma grande multidão, continua a sua catequese sobre a necessidade do desprendimento absoluto para entrar no Reino (14, 25-35).